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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Uma estoria para refletir

O CÉTICO E O LÚCIDO . . .
No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebês.
O primeiro pergunta ao outro:
- Você acredita na vida após o nascimento?
- Certamente. Algo tem de haver após o nascimento.
Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Como verdadeiramente seria essa vida?
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta.
Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída – o cordão umbilical é muito curto.
- Na verdade, certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento.
O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.
- Mamãe? Você acredita na mamãe? E onde ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela tudo isso não existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamãe, por isso é claro que não existe nenhuma.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio, você pode ouvi-la cantando, ou sente, como ela afaga nosso mundo.
Saiba, eu penso que só então a vida real nos espera e agora apenas estamos nos preparando para ela…

QUEM NÃO ACREDITA EM VIDA APÓS A MORTE,
PODE REFLETIR COM ESTA HISTORINHA.
COMECE POR ACREDITAR NA VIDA.


11 comentários:

Célia disse...

Sorte desses gêmeos que tinham com quem conversar e trocar ideia! Missão há e como! Antes / durante e depois da vida... Nada pode acabar assim... sem mais nem menos. Há uma razão de vivermos, nos prepararmos, constituirmos família... e depois nada mais? De jeito nenhum. Creio sim num estágio maior a tudo isso.
Abraço, Célia.

APENAS PALAVRAS disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Kinha disse...

Já conhecia esse texto. Acho interessante a comparação que se pode fazer entre nós, meros mortais e os bebês.

Kinha disse...

E gostei do blog. Já estou seguindo!

Will e Fá disse...

Bela história para refletir....

Obrigada pela visita, tbm gostei muito do seu blog.

Beijos,
Fá!

Cristine disse...

Adorei! Uma bela analogia...
Muito interessante seu blog. Adradeço sua visita, vamos continuar nos visitando.ok? bjsss

Celamar Maione disse...

Interessante. rs
Estamos sempre a nos questionar.

Obrigada pela visita.

Beijão !

pinguim disse...

Muito bela esta história.
Pena que este diálogo só possa acontecer quando se trata de gémeos...

Arnoldo Pimentel disse...

Um ótimo texto para se refletir, não só sobre a vida após a mortre como também a vida tal como conhecemos aqui.Parabéns.

Vilson disse...

Muito legal! Achei o máximo esta história.

Simplesmente maravilhoso.

Vou seguir

Débora Francis disse...

Eu não conhecia esta história! Um diálogo muitíssimo interessante... Vida / morte / nascimento/ Um que crê e outro não... Perfeito!

Meus parabéns pelo blog... Adorei.
Uma belíssima noite p ti.