Ó imenso mar
Quando na sua praia sento
Dá-me um branco e só em ti penso:
Descontraído, mas atento.
Penso na sua natureza,
Nos seus sobe e desce,
Na sua beleza.
Ó mar finito,
Que como o universo
Parece infinito,
Não seja com quem te adora... peverso.
Caso contrário, sua bela espuma,
Com este alguém
Para um lugar qualquer suma.
Escrita por mim em 1981
2 comentários:
Lindo esse poema!
Imagino que tenha vindo num momento de pura inspiração!
Beijo!
E bom fim de domingo!
Queria ouvir...
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